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Ao volante: Volkswagen Virtus Highline transmite muito conforto com bom desempenho

O Volkswagen Virtus chega revolucionando o segmento de sedans, e desde o primeiro olhar é possível observar isto: seu porte bem maior em relação a modelos como Honda City e Hyundai HB20S privilegia o espaço para passageiros e bagagens: são 521 litros de espaço disponível no porta-malas e espaço para as pernas digno de modelos de categoria superior. E como o Virtus se sai em um test-drive em sua versão completa Highline 200 TSI? Fomos descobrir!

De cara, o destaque é a ótima posição de dirigir, ergonômica e com boa visibilidade. A direção elétrica com ajuste de altura e profundidade traz paddle-shifts integrados para trocas sequenciais de marcha e comandos de som, computador de bordo e controlador automático de velocidade. Revestido de couro, o volante tem boa leveza nas manobras e progressividade; além disso, o diâmetro de giro de 10,9 metros é curto para um carro deste segmento, com 4,48 metros de comprimento.

O revolucionário motor 200 TSI Flex alia turbo e injeção direta de combustível, rendendo 128 cavalos e 20,4 kgfm de torque já a 2000 rpm. Segundo a Volkswagen, o Virtus acelera de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos com etanol e em 10,4 s com gasolina. A velocidade máxima é de 189 km/h com gasolina e 194 km/h com etanol. E quando o assunto é consumo de combustível, o Virtus chega às boas médias de 11,2 km/l na cidade e de 14,6 km/l na estrada, conforme o INMETRO.

O câmbio automático de 6 marchas se mostrou uma escolha bem-acertada para o Virtus 200 TSI. Com conversor de torque e trocas bastante suaves, além do modo Tiptronic (com trocas na alavanca ou nos paddle-shifts, com reduções de marcha automáticas caso seja necessário), traz controlador automático de velocidade, manopla ergonômica, e é, nesta categoria, uma das melhores transmissões. A dirigibilidade do Virtus é boa graças ao conjunto de suspensão, que foi nitidamente ajustada para oferecer conforto – o que o aproxima mais da linha de carros médios da Volkswagen. E os freios, a disco nas 4 rodas, tem atuação bastante confiável.

A versão Highline vem com uma boa lista de equipamentos. Entre eles, destaque para: ar-condicionado digital automático e duas saídas traseiras, travas, retrovisores (com função tilt-down do lado direito) e vidros elétricos (com função um-toque), chave presencial com partida por botão, porta-luvas iluminado com refrigeração, ajuste de altura para o banco do motorista, sistema multimídia Composition Touch (inclui o App-Connect, que espelha aplicativos de celulares compatíveis com Android Auto, Apple CarPlay e MirrorLink) com tela touchscreen de 6,5 polegadas, suporte flexível de celular com entrada USB (há uma segunda entrada junto à tela e outra terceira, voltada para os passageiros traseiros), entrada auxiliar e para cartão SD, 4 alto-falantes e 2 tweeters, porta-revistas para quem senta atrás, faróis de neblina com luzes de conversão estática e iluminação diurna de LED, quatro focos de iluminação interna e muito mais.

Em termos de segurança, o Virtus é o carro a ser seguido no segmento. Traz airbags frontais e laterais dianteiros, controles de tração e estabilidade, auxiliar de partida em ladeiras, bloqueio eletrônico do diferencial, fixação ISOFIX e Top Tether para cadeirinhas infantis, alarme volumétrico, cintos de três pontos ajustáveis em altura para os ocupantes dianteiros, apoios de cabeça ajustáveis para todos… Todos estes itens permitiram ao Virtus receber as 5 estrelas de proteção para adultos e crianças nos testes do Latin NCAP, assim como o Polo.

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